O Todesca está na janela apreciando a paisagem...

O Todesca está na janela apreciando a paisagem...

Expresso do Oriente

Expresso do Oriente

Todos a bordo

Todos a bordo

Restauração e colorização de fotografias.

Restauração e colorização de fotografias.
Caros amigos sem véus e com véus. Com muito gozo divulgo os valiosos préstimos profissionais do meu estimado amigo Reinaldo Elias, que tornou-se um tarimbado especialista em restauração e colorização de fotografias. Pelo criterioso trabalho, que envolve pesquisa e arte os preços cobrados pela restauração e colorização são módicos. Para solicitarem os valiosos préstimos profissionais entrem em contato com o meu querido amigo através do endereço eletrônico: rjelias200@yahoo.com.br Meus outonais olhos estão em água ao lembrar do já distante ano de 1962, quando minha amada e saudosa mãe me levou a uma filial das Casas Pirani, que ficava na Avenida Celso Garcia, para que seu bebezinho nº 6 fosse eternizado nesta fotografia. Embarcamos num trem de subúrbio, um reluzente trem prateado, na Estação de Santo André e desembarcamos na Estação paulistana do Brás. Lembro como se fosse hoje que levei um beliscão da minha genitora, porque eu queria a todo custo embarcar num bonde para chegar as Casas Pirani. Como eram poucas quadras de distância fomos caminhando até o paraíso do consumo. Saudades das Casas Pirani... Ontem, contei ao meu dileto amigo Gilberto Calixto Rios da minha frustração de nunca ter embarcado num bonde paulistano, que para o meu profundo desencanto teve a última linha desativada no ano de 1968, quando estávamos no auge dos nefastos e malditos anos de chumbo. No ano que fui eternizado nesta fotografia fazia sucesso estrondoso na fascinante Arte das Imagens em Movimento a película "Rome Adventure", aqui intitulada "Candelabro Italiano": https://www.youtube.com/watch?v=yLqfxLPga2E que assisti no extinto Cine Carlos Gomes, na condição de vela zeloso das minhas amadas irmãs mais velhas, a Dirce Zaqueu, Jô Oliveira e Maria Inês. Também no ano de 1962 minha diletíssima e saudosa cantora Maysa (1936-1977) deixava sua legião de fãs enternecida com a canção: https://www.youtube.com/watch?v=BeJHOAbkJcg Mãe, sempre te amei, amo e amarei. Saudades... Saudades... Saudades... Caloroso abraço. Saudações emocionadas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo. PS - Apesar dos pesares acho que continuo um petiz sonhador e esperançoso de um novo dia aos moldes da inesquecível personagem Scarlett O' Hara... Max, traga meus sais centuplicado.

Miniconto

Miniconto
Depois que minha neta me eternizou nesta fotografia o telefone tocou. Ao atender a ligação fiquei aterrorizado ao reconhecer a voz de Hades...

Mimo da Monika

Mimo da Monika
O que nos espera na próxima estação?

A viagem continua

A viagem continua
O quie nos espera na próxima estação?

Lambisgoia da Agrado

Lambisgoia da Agrado
Caros confrades/passageiros sem véus e com véus. A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, me surpreendeu porque não a vi trepar (nem preciso dizer que ela adora o outro significado deste verbo principalmente no presente do indicativo) no topo da locomotiva para se exibir e me ofuscar. Caloroso abraço. Saudações exibidas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços e com muita imaginação.

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.br

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.br
Caros confrades passageiros. O pertinaz duende Himineu, que trabalha - com muito afinco para o Todesca - captou e eternizou o momento que a lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, estava reflexiva a apreciar a paisagem no vagão restaurante do Expresso do Oriente sob meu comando. Caloroso braço. Saudações reflexivas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.r

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.r
Todos a bordo... A viagem continua...

Blogs todeschinianos

Blogs todeschinianos
Fonte: arqtodescadois.blogspot.com.br "Sonhei que o vagão joaopauloinquiridor.blogspot.com havia caído de uma ponte que ruíra... Mas, foi só um pesadelo..." Caros confrades/passageiros! Não me canso de divulgar os imperdíveis blogs do Todesca: arqtodesca.blogspot.com.br arqtodescadois.blogspot.com.br que são Oásis num deserto de alienação cibernética. É louvável a pertinácia deste notável, tarimbado e erudito ser vivente, que brinda seus felizardos leitores com ecléticas publicações que deixam patente sua vasta erudição e bem viver. Caloroso abraço. Saudações todeschinianas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

Continuo a espera de Godot...

Continuo a espera de Godot...
Saudações dionísicas.

Saudações leitoras.

Saudações leitoras.

Seguidores

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Saudações portenhas

Saudades da nossa estadia em Buenos Aires, no ano de 2003...

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Corruptor/corrupto

"Desprezado pelo corruptor, só resta ao corrupto, em troca,
nos desprezar."
Rui Castro
Dona Folha 27/05/2016.

domingo, 28 de maio de 2017

Miniconto

 

Nicole, Odete, Cleyde e Luizabet Inácio Pereira eram amicíssimas e inseparáveis. Moravam no distrito novaiorquino do Brooklyn e rateavam as despesas do espaçoso apartamento que viviam deste 1946.
Elas eram sócias de uma conceituada imobiliária que tinha como lema:
IMÓVEL E CLIENTE = FECHADURA E CHAVE.
Elas também eram cinéfilas vorazes e ficavam exasperadas, porque...

sábado, 27 de maio de 2017

Nefastos anos de chumbo (1964-1985)



Caros confrades passageiros.
Caros amigos.
Aqueles que já eram viventes, o que faziam no ano inicial da nefasta dentadura, digo, ditadura (1964-1985)?
Em 1964 eu tinha 11 anos e cursava o último ano do extinto curso primário, em 1985 era escriturário e exercia as funções, atinentes do cargo, na Delegacia de Polícia de Guarujá.
Em 1964, o escritor, jornalista e tanguista, Milton Saldanha, então como 18 anos, exercia o ofício de jornalista num periódico da cidade de Porto Alegre-RS, em 1985 era um conceituado e tarimbado jornalista.
Apreciei sobremaneira a crônica do Milton Saldanha, que sofreu na pele os percalços das privações de direitos, que traz à baila o que de fato foi viver num regime de exceção, que a seguir transcrevo.
Fico estupefato quando ouço ou leio em periódicos e redes sociais pessoas desinformadas, que dizem que naquele inaceitável regime de exceção não tinha corrupção, o ensino público era de qualidade, a violência era diminuta [sic].
Max, traga meus sais centuplicados diluídos numa colher de chá de Fosfosol.
Caloroso abraço. Saudações memorialistas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.


"1964 foi único. Parem com essa bobagem de comparar
 
Milton Saldanha, jornalista
Seguidamente leio ou escuto comparativos que evocam 1964, e a ditadura que lá começou, com o período atual.
Gostaria de saber onde estavam e o que faziam, em 1964, as pessoas que fazem esse comparativo absurdo. Ah, não tinham nascido? Então não estudaram e não leram os livros sobre o assunto, cerca de mil, ou mais.
O comparativo me incomoda, como incomoda a todos que participaram, de alguma forma, da resistência contra a ditadura. Simplesmente porque não cabe nenhum comparativo entre os dois períodos.
Em 1964 tivemos deslocamento de tropas, com tanques e canhões, prontos para uma guerra real, de larga escala. Só isso já mostra a falta de senso de quem compara as épocas. O regime engavetou as leis, aboliu o habeas-corpus, deu poderes ilimitados à polícia política, que podia invadir repartições e residências sem mandado judicial. Montou um aparato repressivo com instrumentos de tortura. Nesses locais havia até aulas sobre o tema, com demonstrações usando presos. Tinha até cemitérios clandestinos. Além do presidente João Goulart, foram depostos todos os governadores, prefeitos e parlamentares que não interessavam ao novo regime. As listas de cassações pegaram também militares, das Forças Armadas e das polícias militares, idem policiais civis. Só nas Forças Ar madas foram cerca de dez mil militares atingidos. As punções mais brandas eram as aposentadorias impostas e precoces, para mantê-los longe da caserna e das armas. Centenas de legalistas, não esquerdistas, que apenas não aceitavam o desrespeito à Constituição, tiveram suas carreiras bruscamente interrompidas com essa violência. Isso sepultou seus sonhos e promoções que ainda teriam. Conheci oficiais que adoravam a carreira e tiveram que viver com essa frustração, indo fazer outras coisas que nada tinham a ver com sua vocação.
Daria para ficar aqui escrevendo durante horas para apontar o horror que foi a ditadura. Com censura à imprensa, ao teatro e cinema. Intervenção nas escolas, sindicatos, até em clubes sociais. O jornal onde eu começava no jornalismo, no dia do golpe, foi invadido por uma patrulha do Exército e fechado por um período. Eu tinha apenas 18 anos, era estudante, e tive que fugir e me esconder. Como fizeram outros amigos e companheiros de luta política. Em 1970, fui preso no DOI-Codi de São Paulo, onde vi a ditadura no seu estado mais puro, sem o menor traço de respeito aos direitos humanos. Quando aconteceu o Ato-5 e começou a luta armada, em 1968, tudo piorou 100%. O medo era geral e na proporção do crescimento da truculência da polícia. Vivia-se enorme tensão, em tempo integral. Só não passavam por isso o s ricos e os alienados de sempre, principalmente de uma parte grande da classe média, coniventes com a barbárie do governo.
Caros, daria para contar muito mais. Mas creio que este resumo seja suficiente para mostrar a insanidade, ou ampla desinformação, de quem insiste em comparar o quadro atual com a ditadura.
Que hoje está muito ruim, nem se discute. Mas a ditadura foi anos luz muito pior. Insistir no comparativo ofende à memória dos que tombaram, ou sofreram de qualquer outra forma, na luta pela democracia.
Milton Saldanha
Jornal Dance, editor"

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Cultivar e preservar fontes


Caros confrades passageiros.
Mais uma vez tenho a grata satisfação de divulgar um artigo da lavra do meu amigo, o sapiente, experto jornalista, escritor e tanguista, Milton Saldanha.
Caloroso abraço. Saudações preservadas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.


''Promiscuidade com fontes não é jornalismo

Milton Saldanha,  jornalista

Cultivar e preservar fontes foi sempre uma questão muito delicada no exercício do jornalismo. Com o tempo, isso tende a virar promiscuidade, sem o distanciamento crítico que preserve a independência do jornalista. É mais comum do que se pensa.
Lula, por exemplo, nos tempos do sindicalismo, gostava de separar jornalistas “confiáveis” dos não confiáveis. Os confiáveis eram aqueles que não faziam perguntas incômodas. Cheguei a ver, numa saída de audiência de dissídio coletivo, que eu cobria pelo Estadão, ele puxar colega pelo braço, para um canto, para falar algo que sonegava aos demais.
Na indústria automobilística, que cobri por cerca de dez anos, para o Estadão e revista Motor 3, lembro-me da dificuldade de lidar com críticas aos produtos e ao mesmo tempo preservar fontes, sem as quais nosso trabalho ficava muito difícil. A retaliação era o executivo passar ao jornal concorrente alguma informação exclusiva, o que nos deixava mal na fita com nossas chefias, que nos cobravam explicações sobre o furo levado.
Quando fui trabalhar do outro lado do balcão, na assessoria de imprensa da Ford, sabia separar, pela experiência, a obrigação de informar do jornalista do nosso relacionamento pessoal, sempre muito cordial. Entendia que a crítica faz parte da obrigação do repórter, porque seu compromisso final e principal não era com a fábrica e sim com os consumidores, ou seja, o público. À fábrica cabia explicar-se da melhor maneira possível, e para isso eu buscava internamente os engenheiros, como fontes. Mas tentar calar a imprensa, jamais, seria um erro grave.
Quando lançamos a primeira edição da revista Motor3 – José Luiz Viera, Paulo Facin e eu – em julho de 1980, na mesma edição que ostentava duas páginas de anúncio do Alfa Romeu, havia uma matéria de avaliação do carro, mostrando algumas das suas qualidades, mas desancando o pau nos seus defeitos, que predominavam. Na hora de avaliar o carro e escrever nenhum de nós foi consultar o departamento comercial sobre o teor que deveria ter a matéria. Apenas cumprimos nosso dever com isenção e com a honestidade que devíamos ao leitor. Isso, no nosso entendimento, é jornalismo. Mas apesar do episódio, a Fiat, que comercializava o modelo, jamais cortou seus anúncios da revista. Ou seja, a fábrica também se comportou com a ética que tem que prevalecer em qualquer circunstân cia.
No mundo político não pode ser diferente. O jornalista, como pessoa física e cidadão, pode ter a preferência que bem entender, seguindo sua consciência. Mas não cobertura dos fatos, investido na função de informar, não pode levar isso junto. Sua obrigação é buscar a isenção e distanciamento crítico da fonte, inclusive para questioná-la.
Estou falando de noticia, com autoria que pode ou não ser identificada.  No artigo é diferente, aí se trata de um espaço de opinião, onde se assume um lado, com a responsabilidade de expor-se como autor. O leitor precisa entender essa diferença.
Mas o que muitas vezes ocorre é a notícia com enfoque claramente parcial, vestindo a máscara da imparcialidade. Essa é a pior de todas, porque retira do leitor a indução a fazer sua própria avaliação crítica, pesando todos os lados de uma questão.
Alguns jornais mascaram isso com o chamado “outro lado”, uma resposta que já colocou o criticado na posição defensiva, e portanto em desvantagem. Inclusive ocupando um espaço inferior no contexto geral da matéria. Esse é um debate que o jornalismo precisa fazer.
Quando comecei na profissão, em 1963, num semanário declaradamente de esquerda, a gente não fingia ser isento. Essa palavra nem existia no nosso vocabulário. Tínhamos, declaradamente, um lado. Mas a imprensa de direita não agia assim. Fingia-se de imparcial, publicando canalhices, principalmente matérias vendidas.
Samuel Wainer contou, no livro das suas memórias, o “Minha razão de viver”, que Adhemar de Barros, então governador paulista, pagou a Assis Chateaubrian por uma entrevista em O Cruzeiro, nos anos 1950, feita por ele, Samuel, durante um vôo na ponte aérea. Depois de receber a grana, Chatô chamou o repórter e disse que ele merecia receber uma comissão. Com ela, só a comissão, Samuel comprou uma cobertura na Vieira Souto, o metro quadrado mais caro do Brasil.
E depois tem gente que acha que a corrupção começou ontem.  
Vale a pena lembrar que Adhemar foi o criador do mais cretino dos slogans, o rouba mas faz, copiado depois por Paulo Maluf.
O jornalista tem amplo direito ao sigilo da fonte. A lei assegura isso. Contudo, uma vez flagrado em criminoso conluio com a fonte, não pode reclamar das consequências. Porque nesse caso não está praticando jornalismo. O nome é outro, e fica por conta de cada leitor a escolha.


Milton Saldanha
Jornal Dance, editor

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Renúncia já

Caros confrades passageiros.
Neste ínterim, enquanto este governo moribundo não renuncia.
Max.
Renúncia já.
Caloroso abraço. Saudações renunciadas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.


"Recado irresponsável de Temer
Milton Saldanha, jornalista
O decreto intempestivo de Michel Temer convocando as Forças Armadas para a proteção dos bens públicos, em Brasília, constitui um excesso desnecessário e irresponsável, com cheiro de recado à oposição, onde fica implícita a ameaça de golpe.
As cenas das manifestações em Brasília mostram uma esmagadora maioria em atitudes pacificas, caminhando e empunhando bandeiras, enquanto meia dúzia de vândalos, a serviço da provocação, pagos para isso, e fazendo o jogo do fascismo, depredavam os prédios públicos, tombavam banheiros, arrancavam placas de trânsito e provocam a policia.
Se a polícia de Brasília não tem condições operacionais de reprimir e prender esses marginais, gatos pingados, será melhor encerrar suas atividades.
É claro que tem, mas as cenas não mostram grande disposição para isso. Numa cena da Globo News, por exemplo, dois mascarados jogam pedras nos escudos dos policiais, mas não são perseguidos. Enquanto isso, outros policiais foram para cima de pessoas que simplesmente transitavam, como manifestantes pacíficos.
A convocação das Forças Armadas será sempre a última instância, nos casos realmente graves e quando a policia tiver esgotado sua capacidade de resposta a qualquer tumulto. Nem de longe foi o caso neste episódio.
Michel Temer extrapolou e mostra novamente seu despreparo para o cargo. Renunciar, e logo, será a única coisa boa que lhe resta fazer pelo Brasil.
Milton Saldanha"

segunda-feira, 22 de maio de 2017

domingo, 21 de maio de 2017

Tchau, queridooooooooôôô

Caros confrades passageiros.
A seguir transcrevo a crônica da lavra do meu amigo, o jornalista, escritor e tanguista, Milton Saldanha:

"O cargo não é do Temer. É dos brasileiros.
A insistência e até arrogância do apego de Michel Temer ao cargo já começa a se tornar ofensiva aos brasileiros.
Flagrado em diálogo comprometedor com um agente do crime empresarial, agora Temer se apega a detalhes pontuais para tentar se safar e continuar na presidência. Se alguma parte da gravação do marginal Joesley Batista foi editada é um detalhe irrelevante quando cotejado com o conjunto da obra: um presidente da República ouvindo, impassível, sobre crimes de alta gravidade, que envolvem autoridades do primeiro escalão.
Temer tem que baixar a crista e renunciar, porque toda crise tem um alto custo, no final pago pela sociedade. Um deles é o emperramento da máquina do Estado, pela perda da credibilidade do presidente. As grandes decisões acabam sendo proteladas, ou passam a não merecer adesão e cumprimento porque passou a prevalecer a tolerância com o crime. Isso torna o País ingovernável.
O presidente gosta de se dizer propenso a gestos de grandeza, naquele seu estilo retórico repleto de tricoteios, da voz empostada. Tem agora uma grande chance de provar isso, renunciando. Antes que seja enxotado, com grandes chances até de acabar na cadeia.
O cargo não é dele. É do povo brasileiro, que deseja ser governado com respeito e decência.
Milton Saldanha, jornalista"

sábado, 20 de maio de 2017

E o vento levou


  Fonte: Cena da película, de 1939, "E O VENTO LEVOU".
 

Miniconto
 
Scarlett e Mammy, finalmente a Casa Grande está prestes a ser calcinada.
A Mammy e Scarlett respondem:
- Será?
Max...

sexta-feira, 19 de maio de 2017

quinta-feira, 18 de maio de 2017

"TEM QUE MANTER ISSO, VIU?"

Max, traga meus sais centuplicados misturados com cinco pitadas de pó de pirlimpimpim.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Macro Micro

Caros confrades passageiros.
Tenho a satisfação de - nos dias úteis - acessar o imperdível blog do meu Amigo lusitano, que reside em Macau, o notável jurista, Pedro Coimbra: http://devaneiosaoriente.blogspot.com.br
O blog do Pedro Coimbra deixa patente sua sapiência, bem viver, tolerância, porque nos brinda com artigos que trazem à baila cruciantes problemas que nos afligem, canções memoráveis e, nas segundas e sextas-feiras, temos o deleite de dar boas gargalhadas com as publicações humorísticas, além - é claro - vídeos com este que tomei a liberdade de furtar da página, do assecla da deusa da Justiça e da Sabedoria, que me fascinou por apresentar o macro e micro de maneira espetacular!
Por mais que a ciência avance em tentar explicar o inexplicável para cada fenômeno da natureza desvendado surge mais perguntas.
Como diz o nobilíssimo cientista, Marcelo Gleiser: "quanto mais a a Ilha do Conhecimento aumenta mais o Oceano do Conhecimento amplia.
Em pensar que somos pó de estrelas extintas...
Será que:
- o Multiverso é factível?
- existe formas de vida inteligentes que não são belicosas?
O que me tira completamente da minha zona de conforto e me deixa sem chão é ter ciência da dura realidade, que jamais descobriremos os mistérios insondáveis do Universo...
Max, traga meus sais centuplicado diluídos numa xícara de chá de assombro!
Caloroso abraço. Saudações incognoscíveis.
Até breve...
João Paulo de Oliveira

Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Saudações poentes

Caros confrades passageiros.
O Pôr do Sol, de ontem, aqui na cidade metropolitana de Diadema-SP, foi espetacular. 
Pela primeira vez vi o Sol se pôr entre dois edifícios, que estão localizados no município de São Paulo.
Caloroso abraço. Saudações poentes.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Miniconto


Capa 1951.
Fonte: arqtodesca.blogspot.com.br


Vanda Felix estava exasperadíssima e prestes a esganar o Professor Tierneyano, quando inesperadamente...

domingo, 14 de maio de 2017

Dia das Mães

Caros confrades passageiros.
Agradeço sobremaneira a deferência do meu amigo, o jornalista e escritor Ademir Medici, que é um incansável paladino em prol da memória regional, pela publicação da fotografia, na Página Memória, do dia em curso, que eternizou minha família no ano de 1955.
Esta fotografia foi tirada por um dos competentes fotógrafos do Foto Muito Bom, que ficava na minha cidade de nascença, Santo André-SP, que eternizou milhares de momentos memoráveis de famílias andreenses, que iam ao estabelecimento fotogênico, para eternizar momentos solenes, como por exemplo, Batizado, Primeira Comunhão, Formatura, Casamento e Familiares...
Meus amados e saudosos pais deixaram de existir nos fatídicos dias 9 de agosto de 1997 e 24 de outubro de 2008. Minha amada e saudosa mãe deixou seus seis bebezinhos inconsoláveis, quando deixou de existir no ano de 2008.
Meus pais tiveram sete bebezinhos. o primeiro viveu apenas quatro horas do fatídico dia 18 de novembro de 1942.
Saudades infindas dos meus amados e saudosos pais.
Pai, que saudades da sua risada estrondosa.
Mãe, que saudades do seu imenso amor.
Sempre os amei, amo e amarei.
Seu bebezinho nº 6 desolado e desamparado...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

sábado, 13 de maio de 2017

Miniconto

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.br

Enquanto Luiz Bortolo, Luluzinho para os íntimos, não aguentava mais ouvir os urros do seu amicíssimo íntimo, o Nestor, Vanda Felix esta tranquilíssima e não se incomodava com a ansiedade do Professor Tierneyano, pelo fato de saber qual seria o resultado da peleja, porque seu noivo, o arbitro futebolístico, Bonifácio Rolo Grande, recebeu uma polpuda propina para anular gols do time do Luluzinho, mas o inesperado aconteceu...

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Nobilíssimo pintor catalão Salvador Dali (1904-1989)



  Miniconto


Quando recobrei os sentidos percebi - que até a síncope - acreditava piamente que vivia...

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Associação Amigos da Memória de São Bernardo do Campo-SP

Caros confrades passageiros.
Com muito gozo apresento os membros da Associação Amigos da Memória de São Bernardo do Campo-SP.
Também tenho a grata satisfação de informar que fui eleito Conselheiro Fiscal da Associação Amigos da Memória de São Bernardo do Campo - AME, que é uma Organização não Governamental - ONG.
Caloroso abraço. Saudações memorialistas "batateiras".
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

terça-feira, 9 de maio de 2017

Cargo eletivo desnecessário

Caros confrades passageiros.
O meu amigo, o jornalista, escritor e tanguista, Milton Saldanha publicou uma crônica, que tem no seu bojo o desnecessidade, do cargo eletivos de vice-presidente, vice-governador e vice-prefeito.
No caso de vacância do cargo eletivo, por óbito ou renúncia, assumem, na linha sucessória, o Presidente da Câmara, Senado ou do Supremo Tribunal Federal.
Não tinha pensando nesta proposta, mas os argumentos que o Milton Saldanha trouxe à baila são pertinentes.
Caloroso abraço. Saudações inúteis.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.



"Boa hora para extinguir a vice-presidência
Milton Saldanha, jornalista

Desde o impeachment de Dilma o Brasil está sem vice-presidente. Alguém sentiu falta?
Mais do que nunca, e já de olho nas eleições de 2018, está na hora de se extinguir esse cargo inútil, e que só acarreta gastos públicos elevados, com a manutenção de uma vasta estrutura e mordomias, além da corrupção de praxe, até mesmo nas compras para o abastecimento da cozinha do Palácio Jaburu.
Além disso, como mostra a História, com muitos exemplos, o cargo de vice-presidente só serve à manobras, lícitas ou ilícitas, legais ou golpistas, para que o segundo sempre tente, ou sonhe, em ocupar o lugar do primeiro. Nada é mais nocivo para a estabilidade institucional, necessária à missão de governar.
Desde Café Filho, vice de Vargas em 1954, até Michel Temer, para ficar só num período curto da História, os vice-presidentes várias vezes aparecem como sucessores, sem que ninguém tenha votado diretamente neles. Itamar Franco, José Sarney, Temer, todos chegaram à presidência pela porta de vice. Exceto João Goulart, o Jango, eleito em 1955 com mais votos que o titular Juscelino Kubitschek. Naquela época havia votação em separado para presidente e vice. Eles eram de partidos diferentes e opositores. Jango (PTB) foi vice também de Jânio Quadros (UDN). Com a renúncia de Jânio, seguida de tentativa de golpe militar abortada pela resistência da Legalidade, liderada pelo governador gaúcho Leonel Brizola, Jango se tornou presidente. Mas, ao contrário dos outros, estava legitimado pelo voto popular em separado do presidente.
A Constituição já prevê toda a linha sucessória para o caso de morte ou impedimento do presidente. Isso basta, e não gera gastos adicionais ao Estado. Os sucessores têm funções no Legislativo e Judiciário, ao contrário da figura tradicional do vice, num cargo ocioso. Sem governar de fato, o vice está próximo da estrutura do poder e tem tempo de sobra e estrutura a disposição para ficar conspirando, como sempre acontece.
Outra aberração, incompatível com a tecnologia atual nas comunicações, é alguém assumir no lugar de um presidente que viaja ao exterior. Nesses momentos o país passa a ter dois presidentes, um lá fora, outro aqui dentro, um absurdo completo.
Hoje, até dentro do avião, em vôo, o presidente pode exercer plenamente suas funções, sem necessidade de alguém ter ficado em sua cadeira. Isso só serve à falcatruas, porque o interino passa a desfrutar de prerrogativas e privilégios especiais ligados ao cargo.
Acabar com a figura do vice será economia ao País e eliminação de um foco de crises e corrupção. E mais: acaba também com os conchavos espúrios entre os partidos, que negociam o cargo na hora de formar chapas para eleições.
Os mesmos motivos servem para se eliminar, imediatamente, os cargos de vice-governadores e vice-prefeitos."

domingo, 7 de maio de 2017

sábado, 6 de maio de 2017

Miniconto

 
Vanda Felix saiu do seu labor, na EMEF Cacilda Becker, fortalecida e feliz, porque seus regidos paulistanos são leitores vorazes e aprendizes insaciáveis; mas um fato inusitado aconteceu, quando ela estava prestes a sair do Educandário, porque uma intensa luz a envolveu completamente. De pronto a Sherezade pensou que a luz era de uma máquina voadora prestes a pousar no Aeroporto de Cegonhas, digo, Congonhas, mas ela ficou aterrorizada e emitiu um grito de pavor, porque se deu conta que estava em processo de abdução e, depois de abduzida, soube que eram alienígenas do planeta Lascivo, que são tarados por terráqueas, que lecionam nas municipalidades paulistana e diademense. Esta abdução foi um divisor de águas na vida da sapiente, tarimbada e tolerante Vanda Felix, porque depois que os lascivianos a libertaram ela ficou mais sedenta ainda de...

sexta-feira, 5 de maio de 2017

40 anos de matrimônio

Caros co Caros confrades passageiros.
Por Chronos, como o tempo urge...
No dia em curso comemoramos 40 anos de matrimônio.
Não sei como a Alice me atura...
Não imagino minha vida sem minha amada consorte.
Alice, sempre te amei, amo e amarei.
Afetuoso abraço. Saudações amorosas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Desestabilização


Caros confrades passageiros.
A seguir transcrevo, com a devida anuência do meu amigo, o escritor, jornalista e tanguista, o sapiente e tarimbado Milton Saldanha, suas considerações a respeito deste grupo, que tem como escopo, desestabilizar o processo democrático e a ordem pública depredando o patrimônio público.
Caloroso abraço. Saudações posicionadas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.
"Fora black blocks !
Milton Saldanha,  jornalista

Black bloks são caras infiltrados nas manifestações, certamente pagos por algum grupo, inclusive do crime organizado, para atrapalhar o processo democrático. Agem com vandalismo que depois é atribuído aos manifestantes em geral, mas que na verdade repudiam a violência.  
Esses bandidos, poucos, convocam otários desprovidos de qualquer ideologia, que servem a eles como bucha de canhão. Gente que gosta da confusão, como acontece nas torcidas organizadas do futebol, e que só vai ao estádio para brigar e não para curtir o jogo. O black block é igual: não vai na manifestação para protestar e reivindicar. Seu propósito é só a baderna.
Quem ganha com isso é o alvo dos protestos, que usa os danos humanos e materiais como argumento para tentar desqualificar os movimentos populares.  
Tanto o governo como a mídia sabem que isso é verdade, mas se fazem de bobos. Enquanto isso, os bandidos travestidos de manifestantes continuam anônimos e impunes, sempre voltando para atrapalhar e incomodar.
Os organizadores das manifestações precisam organizar pelotões de defesa para deter esses vândalos, invocando o poder de polícia que a lei assegura a qualquer cidadão contra o crime. Mas sem violência contra eles, apenas entregando-os à polícia para a devida detenção e identificação. E que tenham seus nomes divulgados.
Quando alguém se apresenta mascarado e portando mochilas de conteúdo suspeito numa manifestação está confessando péssimas intenções. A indumentária é uma óbvia confissão de culpa, suficiente para justificar a detenção desses marginais.
Se isso não acontecer, toda oposição às manifestações, bem como a mídia que distorce os fatos, continuarão afirmando que os movimentos são de desordeiros. E isso tem dois efeitos perversos: muda o foco das atenções, das reivindicações para as depredações; e afasta das ruas pessoas que poderiam ir reivindicar direitos, mas não vão porque temem os tumultos. É exatamente o que desejam os inimigos da democracia, onde se insere o direito à livre manifestação.
A policia também tem que ser cobrada a se explicar. Incendiar oito ônibus no Rio de Janeiro, sem que nenhum vândalo tenha sido reprimido e preso, ou atesta a incompetência da polícia, ou sua complacência com o crime, para deixar o circo pegar fogo.
Se esses marginais não forem banidos de vez das manifestações, poderão crescer e tornar inviável no futuro o processo democrático. E já que a polícia não está fazendo o que dela se espera, principalmente com seus serviços de inteligência, que os organizadores o façam, em nome da ordem que as pessoas de bem desejam para lutar pacificamente por seus direitos e aspirações."
 

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Anuidade de cartão extorsiva

Caros confrades passageiros.
Liguei para o Serviço de Atendimento ao Cliente do Itaucard, com o escopo de protestar contra a extorsiva taxa de renovação anual do cartão.
Precisei pedir ao Max meus sais centuplicado, quando quase tive um faniquito, ao saber que pagaria R$449,00 de anuidade.
Ao solicitar desconto, a atenciosa atendente Caroline, disse que poderia obter 70% de desconto, se utilizasse meus pontos acumulados, que recusei - com veemência - esta proposta vantajosa para os gestores do cartão e péssima para mim.
O que deixou-me estupefato foi saber que a anuidade do cartão mais rampeiro custa R$216,00.
Claro que - sem titubear - solicitei a emissão do cartão rampeiro.
Como é detestável ser extorquido...
Valha-me Padroeira dos Consumidores Desvalidos e Extorquidos.
Lembrei desta canção:
  

Caloroso abraço. Saudações extorquidas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente extorquido, em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

Google+ Badge